quarta-feira, 31 de outubro de 2007

O seu futuro só depende de si, se agir a tempo pode assegurar a sutentabilidade florestal. Participe na nossa reflorestação.


O processo de retirada do gado das serras madeirenses e o “tampão verde” são medidas que vão ser, em breve, experimentadas em Portugal Continental, anunciou, ao JM, o director geral dos Recursos Florestais.
O Governo da República vai “importar” duas das medidas que a Região aplica, em termos florestais, para algumas das regiões de Portugal Continental. Em causa está, a retirada do gado das serras e ainda o denominado “tampão verde”, por forma a garantir zonas de protecção e de combate à erosão florestal.O director-geral dos Recursos Florestais, professor Francisco Rego, esteve na Madeira, na quinta-feira, para participar na reunião de directores-gerais das Florestas da União Europeia. Na sexta-feira, os participantes foram guiados pelo director regional das Florestas, Rocha da Silva, para uma visita pelas serras madeirenses.Em declarações ao JM, o director-geral dos Recursos Florestais assumiu como «bastante interessante e inovador o trabalho de remoção da carga de bovinos e caprinos das serras madeirenses, antes da rearborização das áreas afectadas».«Nós não tentámos fazer isso em Portugal Continental, até porque a actividade de pastoreio vem decrescendo substancialmente em várias áreas do País, mas há grandes vantagens nessa medida. É uma ideia muito interessante e estamos a pensar em transportar essa experiência para algumas zonas do País, onde a mesma se justifique».O nosso interlocutor enaltece ainda a compra e o aluguer de terrenos por parte do Governo Regional (o denominado projecto “Tampão Verde”) para garantir a protecção dos solos e combater a erosão. «Esta é outra medida interessante, que faz todo o sentido. Esta função de protecção da floresta pode ser aplicada em algumas das regiões de Portugal Continental, nas zonas onde o declive é mais acentuado. Não é em todo o País, mas apenas nas áreas orograficamente mais acidentadas» — destaca. Intensificar cooperação na área florestalFrancisco Rego sublinhou que, nos contactos que manteve com Rocha da Silva, foi apontada a necessidade de incrementar a cooperação entre a Direcção-Geral de Florestas e a Direcção Regional de Florestas: «Ela já existe, mas é pontual. Penso que deverá ter um carácter mais permanente. Há medidas que estão a ser aplicadas que podem ser úteis lá e vice-versa».O nosso interlocutor sublinha que já se realizam as Jornadas Insulares Ambientais e ainda diversas conferências nacionais, onde participam técnicos de todo o Portugal, incluindo as Regiões Autónomas.Mas, o responsável quer torná-la ainda mais frequente, potenciando os contactos e a troca de experiências entre as distintas realidades.Francisco Rego enaltece o bom relacionamento institucional, na área das Florestas, entre Lisboa e a Madeira, aproveitando para elogiar a organização da reunião que movimentou cerca de cinquenta responsáveis florestais dos países da UE, enaltecendo o papel desenvolvido por Rocha da Silva em todo o evento. Laurissilva fascinou técnicos europeusFrancisco Rego diz que já visitou a Madeira, por mais de uma vez, mas que, desta feita, pôde apreciar mais “in loco” o trabalho desenvolvido pelo Governo Regional na área das Florestas.Aquele governante português diz que não foi só ele a ficar impressionado com o trabalho desenvolvido pela Região, mas também os outros responsáveis europeus, que mostraram-se, também fascinados com a Laurissilva, «que a maior parte conhecia apenas dos livros».De resto, mais encómios para a Direcção Regional das Florestas, liderada por Rocha da Silva, «pelo notável trabalho realizado».
Fonte: Jornal da Madeira

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Devido ao crescente interesse na nossa reflorestação as inscrições foram prolongadas até dia 30 de Outubro E-Mail: florestaunida@gmail.com

Incêndios florestais no sul da Califórnia já forçaram quase um milhão de pessoas a abandonarem suas casas, informou a rede americana de televisão CNN. Até o momento, as autoridades californianas calculam que cerca de 950.000 pessoas buscaram refúgio em abrigos provisórios, hotéis e casas de amigos, prossegue a emissora.Trata-se do maior deslocamento de pessoas ameaçadas por um fenômeno natural na história da Califórnia. Os incêndios forçaram a fuga de moradores de uma faixa que se estende do norte de Los Angeles ao sul de San Diego, chegando à fronteira entre os Estados Unidos e o México.Hoje incessantes ventos quentes e secos continuavam alimentando os incêndios florestais. Enquanto isso, meteorologistas previam que os ventos do deserto de Santa Ana começariam a perder força até o fim da tarde de hoje, sendo substituídos por uma brisa marinha mais refrescante.Os 16 focos de incêndio existentes já destruíram mais de 1.300 casas, destruíram uma área superior a 1.660 quilômetros quadrados e provocaram a morte de pelo menos uma pessoa desde domingo. Mais de 45 pessoas ficaram feridas, inclusive 21 bombeiros. Os prejuízos financeiros são estimados em mais de US$ 100 milhões.O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que pretende visitar a região amanhã, declarou emergência federal em sete condados californianos, uma medida que acelerará a liberação de ajuda às áreas afetadas.
Fonte: A Tarde On-Line

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Visite www.florestaunida.com , visite o Mundo Floresta Unida e todas as restantes áreas.


Foi aprovado o primeiro Fundo de Investimento Imobiliário Florestal. Constituído por 46% de investimento público, dirige-se aos problemas estruturais da floresta Portuguesa e incorpora uma importante dimensão de gestão florestal sustentável.
Carlos Rio Carvalho - ERENA
Foi aprovada em 19 de Outubro de 2007 pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a constituição e o regulamento do primeiro Fundo de Investimento Imobiliário Florestal (FIIF): o fundo Floresta Atlântica.Os trabalhos preparatórios para a constituição deste primeiro Fundo iniciaram-se em 1997. A partir de 2001, com o apoio do Ministério da Agricultura através do gestor do programa AGRO, foi possível desenvolver com mais profundidade as vertentes florestal e financeira do projecto do FIIF e, também, promover uma discussão mais alargada sobre as virtudes deste veículo de investimento.
Os FIIF destinam-se a facilitar o investimento privado na floresta Portuguesa. Muitos perguntam: se o objectivo é fomentar os investimento privado, porque razão o primeiro fundo resulta de uma iniciativa pública, mesmo tendo também investidores privados? A resposta reside nos múltiplos factores históricos e estruturais que dificultam o investimento na floresta em Portugal, e que resultam em grande medida de políticas públicas, ou da ausência delas, ao longo do tempo: a pequena dimensão e deficiências graves de cadastro e registo da propriedade em larga fracção do território, a inexistência de um mercado de seguros florestais, um historial recente de investimento dominantemente de origem pública em todas as fileiras com excepção da do eucalipto.
É importante também assinalar que a floresta é reconhecida pela sociedade como fornecedora de um conjunto importante de bens ambientais. Mesmo que difusamente, todos os cidadãos compreendem que a florestas, e em particular as de espécies autóctones, têm de ser conservadas e mantidas. Esta convicção (certíssima) justifica que, tão longe no tempo como D. Dinis e o seu célebre pinhal, as razões para o Estado investir na floresta sejam, em grande medida, de natureza ambiental. O primeiro Fundo de Investimento Imobiliário Florestal, que é constituído por 46% de investimento público, dirige-se aos problemas estruturais da floresta e incorpora uma importante dimensão de gestão florestal sustentável.
Este é o momento inicial de um projecto muito importante, precisamente porque se dirige a problemas complexos, com uma proposta de valor que transcende o valor financeiro, sendo o primeiro de muitos fundos que, se espera venham a transformar radicalmente a face do investimento privado em todas as áreas onde a floresta gera valor, incluindo o ambiente.
Fonte : Naturlink

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Participe na Reflorestação Projecto Floresta Unida, não é mais uma reflorestação, é a reflorestação da sua vida. Participe : florestaunida@gmail.com

A Semana da Floresta do Algarve, uma iniciativa dinamizada pelos parceiros algarvios do projecto europeu Incendi OCR, com a coordenação da AMAL, vai prolongar-se até sexta-feira, dia 26 de Outubro.
TEMAS:
Agricultura
No seminário, que teve lugar terça-feira, no Hotel EVA, em Faro, o presidente da Câmara de São Brás de Alportel António Eusébio apresentou o Plano de Defesa da Floresta Contra Incêndios. Este projecto pretende contribuir para o desenvolvimento local do concelho, tendo em vista o aumento do rendimento económico directo dos proprietários florestais, assim como os benefícios que os espaços florestais ordenados podem oferecer quer aos munícipes quer aos visitantes. Este plano irá permitir a actualização do existente «Plano de Prevenção Contra Incêndios Florestais», nomeadamente reformular aspectos logísticos e operacionais, assim como implementar infra-estruturas no terreno essenciais ao combate.O Plano de Defesa da Floresta contra Incêndios de São Brás de Alportel, acção desenvolvida pelo município no âmbito deste projecto comunitário, serve de base à temática da Semana da Floresta, dedicada aos Planos Locais, um dos eixos principais, em matéria de trabalho na área das florestas e base para uma estratégia de desenvolvimento sustentável.O projecto Incendi OCR envolve cinco países – Portugal, Espanha, França, Itália e Grécia – sendo o Algarve a região do país que o integra. Insere-se no quadro do programa INTERREG IIIC, e foi seleccionado em Junho de 2005.A Semana da Floresta visita os municípios envolvidos no projecto, dedicando as diversas actividades às acções que integram o projecto Incendi. A segunda-feira, com a abertura dos trabalhos a ser presidida pelo secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Pescas Rui Nobre Gonçalves, foi dedicada à cartografia, seguindo-se , ontem e hoje, os Planos Locais.Hoje e amanhã, a temática a abordar é a restauração das áreas ardidas. Nos dias 25 e 26, as questões a ser abordadas são as relacionadas com os aceiros e, também, no dia 26, ainda há tempo para falar dos Centros Operacionais.
Fonte: Barlavento

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Plante o seu futuro, plante um futuro para a humanidade. Contacte: florestaunida@gmail.com

Mais de 500 casas foram destruídas segunda-feira no sul da Califórnia, devastada por vários incêndios de grande amplitude, informaram os serviços de urgência e os media locais. A situação levou o governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, a solicitar ao Pentágono o envio de meios aéreos de combate às chamas.
Cerca de 300 casas foram destruídas pelo fogo na cidade de Rancho Bernardo, 40 quilómetros a norte de San Diego, segundo revelaram os bombeiros. Quarenta quilómetros mais a norte, na cidade de Fallbrook, 100 outras habitações ficaram reduzidas a cinzas na segunda-feira, indicou outra fonte dos bombeiros. Cerca de 45.000 pessoas abandonaram a zona durante o dia.
De acordo com a antena local da cadeia NBC, 128 casas foram destruídas pelas chamas na região de Lake Arrowhead, uma estação de média montanha em San Bernardino, 200 quilómetros a Este de Los Angeles.
Numa carta enviada ao secretário da Defesa, Robert Gates, Schwarzenegger solicitou o envio de "todos os sistemas aéreos de luta contra incêndios (MAFFS) disponíveis".
"A proliferação dos fogos no sul da Califórnia torna necessária a utilização imediata de todos os MAFFS disponíveis para nos ajudar nesta situação de urgência", explicou o governador.
Os MAFFS são equipamentos que podem ser montados em aviões militares que ficam assim convertidos em bombardeiros de água ou de produtos retardantes.
Vários fogos de grande amplitude estão a devastar o sul da Califórnia, onde mais de 250.000 pessoas receberam ordens para evacuar as suas casas, nomeadamente na região de San Diego, perto do México. Cerca de 36.500 hectares foram consumidos pelo fogo desde domingo de manhã.
Fonte: Expresso

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Proteja o futuro de quem mais ama, prteja um patrimonio de todos nós.Está nas suas mãos fazer a diferença.


São as consequências de um Verão fora de tempo. Depois do balanço feito e de todas as estatísticas apontarem este como um “excepcionalmente bom” ano em termos de fogos florestais, eis que o sol do Outono prega uma rasteira e faz disparar os incêndios (223 só no sábado). E a tragédia chegou ao coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Entre as 19h30 de sábado e as 18h00 de ontem, as chamas reduziram a cinzas mais de 50 hectares da mata do Vidoeiro, entre a vila do Gerês, a Pedra Bela e a fronteira da Portela do Homem. O fogo terá tido origem criminosa.

Trata-se de uma zona com muitas espécies protegidas, ao nível da flora, nomeadamente, o abrunheiro e o carvalho alvarinho. No entanto, o que mais ardeu foi pinheiro bravo, pelo que, apesar dos danos ambientais serem elevados, não se está perante estragos irreparáveis, como aconteceu no ano passado na Mata do Ramiscal.As autoridades, GNR, Bombeiros e até o Governador Civil de Braga, Fernando Moniz, estão convictos de que se tratou de um fogo de origem criminosa.No combate às chamas estiveram, na noite de sábado para ontem, mais de 150 homens, de 30 corporações, apoiados por meia centena de viaturas. Durante o dia de ontem, estiveram no terreno 209 elementos, de 34 corporações, apoiados por mais de 70 viaturas e dois meios aéreos, um avião espanhol e um helicóptero pesado.A área é extremamente acidentada, escarpada até, pelo que o combate às chamas se revelou uma tarefa muito complicada.O fogo foi dado como circunscrito às 18h00 de ontem, prevendo o 2.º comandante distrital dos bombeiros de Braga, Paulo Dias, que o rescaldo só termine esta segunda-feira.O presidente da Câmara de Terras de Bouro, António Afonso, alertou para o facto de as infestantes, nomeadamente as mimosas, estarem a tomar conta das áreas ardidas do parque e de representarem “um grave problema ambiental que tarda muito em ser combatido”. SAIBA MAIS1670 fogos florestais foram registados entre os dias 2 e 20 deste mês, quase quatro vezes mais do que o número de ocorrências verificadas na totalidade do mesmo mês do ano passado.223 incêndios florestais foram registados no sábado (dia 20), o dia deste mês que apresentou maior número de ocorrências.BEZEGUIMBRA Um incêndio florestal que deflagrou ontem pelas 12h30 em Bezeguimbra, concelho de Vila Verde, distrito de Braga, só foi circunscrito perto das 20h00 pelos 39 bombeiros que estiveram no local.SÃO DOMINGOSPelas 13h39 de ontem a localidade de São Domingos, Chaves, distrito de Vila real, foi assolada por um incêndio em mato. No local estiveram 12 bombeiros.LAVIADOSO dia de ontem foi ainda marcado por um pequeno foco de incêndio em Laviados, Bragança, pelas 15h45, combatido por sete elementos.NOTASFASE ALFA MANTÉM-SEO Ministro da Administração Interna, Rui Pereira, declarou ontem que a fase actual do plano de emergência contra os incêndios não irá ser alterada.HOMENS PARADOSO contingente, ontem, no Gerês, foi talvez o maior deste ano: 209 homens e 70 viaturas. Mas havia gente a mais, porque muitos homens estiveram parados. ORIGEM CRIMINOSANinguém tem dúvidas: GNR, bombeiros, Governador Civil e até a Junta de Freguesia de Vilar da Veiga: o fogo, fora de zona de queimadas, teve origem criminosa.MAIS CALOR ATÉ AO FINAL DO MÊSAs previsões para os próximos dias são de céu pouco nublado ou limpo com reduzidas possibilidades de ocorrência de chuva. O bom tempo, com temperaturas cerca de quatro graus acima da média, irá continuar pelo menos até ao final do mês, segundo as previsões do canal norte-americano de meteorologia, The Weather Channel. A localização do anticiclone dos Açores ao largo do Continente é o principal responsável pelo prolongamento do calor. "TEMPERATURAS VÃO SUBIR" (Anthímio Azevedo, Meteorologista)Correio da Manhã – Estamos a viver um Outono quente. É uma tendência para o futuro?Anthímio Azevedo – Não é algo de inédito. Em 1967 também aconteceu. Mas penso que está relacionado com as alterações climatéricas. As temperaturas vão subir. E no futuro haverá uma maior frequência destas situações, de acordo com os dados disponibilizados pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas.– Quais as previsões para Portugal? – Preocupantes. Numa antevisão para 2025, portanto, para daqui a 18 anos, as previsões são de seca na Europa do Sul, em particular na Península Ibérica, com consequências graves para a população. Fala-se mesmo de uma consequente migração para Norte. – Com o aumento da poluição, que maiores catástrofes poderão ocorrer?– O fim da corrente do Golfo com forte descida das temperaturas na Europa. Fim da floresta amazónica e libertação do gás metano existente no fundo dos oceanos, o que aquecerá ainda mais o Planeta.ROUPA DE INVERNO FICA NAS PRATELEIRASEsta espécie de Verão fora de tempo está a causar grandes prejuízos aos fabricantes e comerciantes de roupa, que colocaram as suas colecções de Outono/Inverno nas montras e nas prateleiras e não as conseguem vender.E não são apenas os pequenos comerciantes a queixar-se. Também as grandes marcas, incluindo as que têm lojas próprias, como a Zara, a Mango, a Springfild e outras se queixam de “quebras brutais nas vendas”.Os comerciantes contactados pelo CM foram unânimes em considerar que, desde finais do mês passado, ou seja, desde que colocaram as roupas quentes nas montras, as vendas caíram entre trinta e quarenta por cento.“Isto está mesmo difícil. Em Agosto, quando tínhamos as casas cheias de roupa de Verão chovia; e agora, que o calendário pede artigos de Outono/Inverno, está um calor de ananases”, disse ao CM Augusto Martins, comerciante do Porto.Por causa desta quebra generalizada nas vendas, algumas associações comerciais estão já a agendar reuniões para debater a situação, admitindo algumas a antecipação dos saldos de Inverno.
Fonte: Correio da Manhã

sábado, 20 de outubro de 2007

Projecto Floresta Unida , Proteja o seu patrimonio floretsal,o patrimonio de todos nós.

Dois incêndios estavam por circunscrever ao início da noite no distrito de Viana do Castelo, um no concelho de Ponte de Lima e outro no concelho de Arcos de Valdevez.
O primeiro fogo a deflagrar lavra numa zona de mato desde as 14h21, em Salvador, Arcos de Valdevez, mobilizando no seu combate 56 bombeiros, apoiados por 15 veículos. Para o local foi já accionado o Grupo de Reforço de Incêndios Florestais do Porto.Desde as 14h42 lavra um outro incêndio com duas frentes, em Refoios, Ponte de Lima, também numa área de mato. Dez bombeiros e quatro veículos estão no terreno.
Fonte: Publico
A agência municipal Cascais Natura vai inaugurar sábado um campo de actividades ao ar livre com 117 hectares no Parque Natural Sintra/Cascais, destinado sobretudo a acções de campismo e preservação ambiental das três instituições escutistas nacionais.
Situado na encosta sul da Serra de Sintra, a 11 quilómetros do centro de Cascais, o Campo Base Pedra Amarela está integrado no Plano Operacional do Parque Natural e foi construído segundo um projecto de gestão ambiental específico baseado nos valores das associações portuguesas de escoteiros e guias e do Corpo Nacional de Escutas, que, a par da Direcção-Geral de Recursos Florestais e o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, apoiaram a sua criação.
Segundo adiantou à Lusa o responsável pelo pelouro do Ambiente na Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, o parque tem capacidade para acolher 600 jovens e vai funcionar como um «centro de interpretação ambiental», onde se poderá conhecer as diferentes formas como o Homem se relaciona com a natureza e aprender a explorá-la numa lógica vocacionada para o desenvolvimento sustentável.
«As pessoas têm ideia de que aquele espaço é passivo, mas há muito para descobrir e muitas formas de intervir na preservação de um habitat que também é nosso», defendeu Carlos Carreiras, sublinhando que o Pedra Amarela não é um parque de campismo comum e terá um acesso «muito restrito», eventualmente estendido a escolas no próximo ano lectivo.
«Gostávamos de despertar os alunos para este desafio de proteger o ambiente, levá-los ao terreno para conhecer uma nova realidade. Afinal, como se costuma dizer, ninguém ama aquilo que não conhece», acrescentou.
De acordo com o autarca, a construção do campo - suportada em 250 mil euros pela Cascais Natura -, é também uma forma de assinalar o centenário do movimento escutista mundial, que se comemora este ano.

Fonte: Diário Digital / Lusa

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Participe no Projecto Floresta, saiba como em : florestaunida.pt@florestaunida.com ou florestaunida@gmail.com

Governo do Rio decreta alerta máximo contra incêndios florestais no estado
Rio de Janeiro - A secretaria estadual do Ambiente do Rio de Janeiro e o Instituto Estadual de Florestas (IEF) decretaram alerta máximo em todo o estado contra queimadas e incêndios que estão se alastrando por causa da estiagem prolongada.Quem for pego em flagrante ateando fogo em qualquer lugar, incluindo queimadas agrícolas, será preso. Atualmente, existem cerca de 150 focos de incêndio espalhados pelo estado, que este ano bateu o recorde histórico de incêndios florestais, com cerca de 8 mil atendimentos pelo Corpo de Bombeiros.O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, explicou como a população pode contribuir para o combater os incêndios florestais e ajudar a medida de alerta máximo. “Em primeiro lugar, sendo solidária com os Bombeiros, atuando como voluntária. Em segundo lugar, com educação ambiental: nada de balão, de queimada, de fazer piquenique com fogo, de jogar guimba de cigarro pela janela”.Ele orientou a quem vir alguém ateando fogo para limpar estradas, queimando lixo ou preparando terreno para a agricultura para telefonar para o Disque-Denúncia da Polícia Civil, no telefone 2153-1177 ou para a Polícia Militar, no número 190.As ações emergenciais incluem a mobilização de brigadas do Corpo de Bombeiros e de voluntários do Previfogo, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Minc e o presidente do IEF, André Ilha, também pedem ajuda às prefeituras para que mobilizem a população a colaborar no combate aos focos de incêndio e denunciar os criminosos .
Fonte: Agencia Brasil

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Participe na reflorestação do Projecto Floresta Unida, siaba como em : florestaunida.pt@florestaunida.com

O ano de 2007 foi, até agora, aquele em que se registaram menos incêndios florestais nos últimos 17 anos no distrito de Coimbra, segundo dados revelados ontem no concelho de Miranda do Corvo pela Direcção-Geral de Recursos Florestais (DGRF).Numa reunião de trabalho dos elementos ligados a organismos da Protecção Civil do distrito, realizada no Observatório Astronómico e da Natureza de Vila Nova, Pedro Palheiro, da DGRF, informou que durante o ano arderam 153 hectares, contra os 879 consumidos em 2006.O responsável salientou que as condições meteorológicas atípicas, a precipitação bastante distribuída ao longo da fase crítica e uma maior sensibilização da população contribuíram para a redução do número de ocorrências. Sérgio Correia, também da DGRF, apontou como desafio para o próximo ano a integração das equipas de sapadores florestais dentro do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Coimbra, para «aguentar os incêndios até os bombeiros chegarem». O governador civil de Coimbra, que presidiu à reunião, apelou às autarquias para que façam cumprir a lei que criminaliza as queimadas no período crítico e apliquem as respectivas contra-ordenações.«É preciso que a lei seja efectivada, pois é preciso ser duro durante algum tempo. A dureza também é pedagógica e as pessoas têm de perceber que determinados comportamentos são recriminados, como por exemplo as infracções de trânsito», afirmou Henrique Fernandes.Apesar dos resultados positivos verificados este ano, o comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro de Coimbra, António Martins, afirmou que os números «devem servir de incentivo para se continuar a trabalhar e identificar pormenores que estão menos bem».A reunião de ontem visou a apresentação de dados parcelares dos vários organismos ligados à protecção civil, com vista à elaboração de um relatório síntese que será apresentado na próxima semana, no Governo Civil, em Coimbra.
Fonte: Diario de Coimbra

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Saiba como participar na Reflorestação Projecto Floresta Unida , info: florestaunida.pt@florestaunida.com

A área consumida este ano pelos incêndios florestais no distrito de Leiria desceu para cerca de um quarto do total registado o ano passado. De acordo com os dados divulgados há minutos pelo Governo Civil de Leiria, este ano os incêndios consumiram 1184 hectares, contra os 4358 do ano passado. A área ardida este ano sofreu uma redução significativa, sobretudo quando comparada com os mais de 26942 hectares que arderam em 2005. Contudo, a área ardida este ano (até final de Setembro) é superior ao total de 2004, cifrado em 1473 hectares. Até ao final de Setembro, registaram-se no distrito 666 incêndios, avança ainda o Governo Civil de Leiria.
Fonte: Região de Leiria

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Reflorestação na Lousã, dias 10e11,17e18,24e25 de Novembro. Participe: saiba como em florestaunida.pt@florestaunida.com

Colíder, MT - Numa ação pioneira no país, o Estado de Mato Grosso criará a primeira brigada indígena de prevenção e combate a incêndios florestais. O anúncio foi feito pelo superintendente de Políticas Indígenas da Casa Civil do Governo do Estado, Rômulo Vandoni, no início da tarde desta segunda-feira (15.10) ao cacique Raoni, Megaron Txucarramae e outros líderes e guerreiros indígenas na aldeia Metutira, dos índios Caiapós, em Colíder (650 Km ao Norte de Cuiabá). De acordo com Vandoni, a proposta será possível com a parceria proposta pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco do Brasil (BB), cujos técnicos; Guilherme de Almeida (BID), Edson Anelli e Ana Paula Ratto (BB), também acompanharam o evento. “Estamos presenciando aqui o início de uma grande parceria entre o Governo do Estado, o BID, o Banco do Brasil, a Funai e o Ibama, não só para a viabilização da brigada indígena de prevenção e combate outros projetos ambientais e de sustentabilidade econômica para os povos indígenas em Mato Grosso”, enfatizou Rômulo Vandoni, que foi até a aldeia juntamente com o comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel BM Arilton Azevedo, e com o superintendente da Defesa Civil de Mato Grosso, major Abadio Cunha. Para Vandoni, o projeto de criar uma brigada formada pelos próprios índios treinados pelo Corpo de Bombeiros do Estado amplia a capacidade de prevenção e combate a incêndios na medida em que só no Estado de Mato Grosso, o Parque Nacional do Xingu corresponde a 2,9 milhões de hectares de seu território ou cerca de 20% de sua área total e foi uma das mais afetadas com os recentes incêndios florestais. “É preciso aglutinar mais agentes de prevenção e combate e os próprios índios treinados para esse trabalho com certeza responderão com mais rapidez a quaisquer pretensões criminosas neste sentido, ainda mais em suas próprias reservas”, avalia. O superintendente revelou que nas próximas semanas o governo do Estado deverá se reunir novamente com os representantes dos bancos para a formatação do protocolo de intenções e designação de atribuições na parceria. Vandoni destacou que além da brigada, os bancos têm interesse em financiar projetos de apicultura, breu branco, utilizado para a fabricação de cosméticos e extração e processamento de óleo de copaíba. Em seguida, a caravana visitou a aldeia Piarassu, que abriga cerca de 200 índios das etnias Kaiapós, Juruna e Trumaie se reuniram na prefeitura municipal de Colíder, com o prefeito Celso Banazeski, que já manifestou apoio ao projeto.
Fonte: SECOM

sábado, 13 de outubro de 2007

Tire o dia para decanso , vá a um clube de video perto de si e alugue "Uma verdade inconveniente" de Mr. Al Gore

O concelho de Tavira vai assinalar a Semana da Floresta do Algarve, a qual decorre entre 22 e 26 de Outubro, com a apresentação do projecto Aceiro. Esta iniciativa decorre no âmbito do projecto INCENDI, financiado pelo INTERREG III, que visa “estabelecer um plano eficaz de limpeza nas matas como método de prevenção dos incêndios florestais” Assim, a autarquia de Tavira apresenta, em conjunto com a Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão, no dia 26, na sede do Clube de Caça e Pesca dos Morenos, em Santa Catarina da Fonte do Bispo, o projecto Aceiro. Trata-se de um projecto-piloto que, explica a edilidade, “contemplou a limpeza de uma zona de cumeada, numa extensão de oito quilómetros de comprimento, por 100 metros de largura, de forma a travar incêndios”. O programa do dia inclui ainda uma exposição sobre as novas tecnologias no combate aos incêndios florestais, pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Faro e Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro, uma visita de campo ao Aceiro e um simulacro de incêndio no local.
Fonte: Região Sul

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Projecto Floresta Unida , Parabens Mr Al Gore pelo Nobel

Washington, 12 oct (EFE).- El ex vicepresidente de Estados Unidos Al Gore dijo hoy que "encaramos todos una verdadera emergencia planetaria", y que espera que el Premio Nobel de la Paz que se le ha otorgado este año aumente la concienciación global sobre la crisis ambiental.
"Hay un dicho africano: si quieres ir rápido, avanza solo; si quieres ir lejos, ve con otros", declaró Gore en una breve presentación ante la prensa.
"En esto, tenemos que ir rápido e ir lejos", añadió.
"Es apenas el comienzo", agregó Gore, quien comparte el Premio Nobel de la Paz de este año con el Comité Intergubernamental sobre Clima, una agencia de las Naciones Unidas.
"Usaremos este galardón para acelerar la toma de conciencia", indicó Gore.
El ex senador de Tennessee se retiró de la sala sin responder a las preguntas de los periodistas, varios de los cuales le inquirieron sobre si piensa incorporarse a la campaña electoral.
Fonte: Yahoo.es

Em caso de duvidas de como ordenar a sua floresta de modo mais correcto e segura siga as instrucções de Técnicos Florestais qualificados.

O Hotel EVA, em Faro, recebe, nos próximos dias 22 e 23 de Outubro, dois seminários sobre a floresta, inseridos no Projecto OCR INCENDI – Programa INTERREG IIIC – Zona SUL. A organização dos seminários, inseridos num projecto comunitário que envolve nove regiões mediterrânicas, está a cargo da AMAL – Grande Área Metropolitana do Algarve. No dia 22, discute-se “Cartografia dos Combustíveis Florestais”, que pretende promover uma troca de experiências entre as várias regiões parceiras do projecto e as entidades nacionais que desenvolvem trabalho nesta área. O principal objectivo é encontrar “as melhores estratégias para a obtenção desta informação e para a sua actualização”. O outro seminário, marcado para dia 23, denomina-se “Planos Locais de Defesa da Floresta Contra Incêndios”, em que será apresentado o projecto de criação de um plano no Município de São Brás de Alportel, o qual permitirá a actualização do existente “Plano de Prevenção Contra Incêndios Florestais”.
Fonte: Região Sul

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Venha participar na reflorestação do Projecto Floresta Unida

No âmbito da iniciativa Business & Biodiversity, a Corticeira Amorim assina hoje um acordo com a Direcção-Geral de Recursos Florestais, o Instituto de Conservação da Natureza, a Quercus e a WWF com vista ao reforço dos instrumentos de sustentabilidade do montado de sobro.
«A convergência de interesses de todas as entidades envolvidas origina, assim, uma oportunidade única e pioneira de conjugar o empenho das cinco instituições, com vista à defesa do montado e à preservação da biodiversidade», salienta a empresa.
O protocolo prevê um conjunto de medidas para o reforço da fileira, destacando-se, ao nível dos produtores florestais, a prestação gratuita de serviços de aconselhamento técnico para a identificação e adopção de melhores práticas de gestão florestal do montado.
Paralelamente, instituem-se dois prémios com o objectivo de fomentar o conhecimento científico do montado de sobro. Um dos prémios distinguirá o melhor trabalho de investigação que contribua para a valorização e sustentabilidade do sobreiro e da biodiversidade associada, enquanto que o outro distinguirá as melhores práticas ao nível da gestão e valorização do montado e biodiversidade associada. A implementação deste acordo estará a cargo de uma comissão técnica composta por representantes das cinco entidades signatárias.
Portal: Ambiente On-Line

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Plante Floresta Unida ,respire Barclays

O Brasil registrou, entre janeiro e setembro deste ano, 730 desastres naturais, segundo informou a Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, nesta segunda-feira (8). Em todo o ano de 2006, foram 991. Segundo os dados da secretaria, 6,6 milhões de brasileiros foram afetados por inundações, deslizamentos, vendavais, tempestades, estiagens, secas, pragas e incêndios florestais.

Até setembro, o estado com maior número de ocorrências foi Minas Gerais, com 122 desastres, seguido de Ceará (120) e Paraíba (99). Nestes estados, a maioria dos desastres registrados foram secas e incêndios florestais.

Em número de afetados, o primeiro lugar na lista é ocupado pelo Ceará, onde 1.333.799 pessoas foram atingidas, segundo os dados. Depois vêm Mato Grosso (957.038 pessoas) e Minas Gerais (646.873).
Veja quadro.

"É importante ressaltar o papel da informação das pessoas para evitar desastres", diz Sergio Bezerra, coordenador-geral do Departamento de Minimização de Desastres da Secretaria Nacional de Defesa Civil. "Não há condições, por exemplo, de mudar de lugar todos que vivem perto das encostas. Mas eles precisam aprender a conviver com o risco", diz ele.

Entre as pessoas que sofreram os efeitos dos desastres em todo o país até setembro, 146 mil ficaram desalojadas e 40 mil, desabrigadas.

Este ano, as enxurradas afetaram 2,2 milhões de pessoas e as enchentes, 534 mil. Em oito estados brasileiros, os maiores problemas foram causados pela estiagem. A falta de chuva atingiu 285 municípios, afetando 3,4 milhões de pessoas.
Fonte: Globo

domingo, 7 de outubro de 2007

Proteja os recursos naturais do nosso planeta.

Urso-polar
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Urso-polar

Estado de conservação
Vulnerável
Classificação científica
Reino:
Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Carnivora
Família:
Ursidae
Género:
Ursus
Espécie:
U. maritimus
Nome binomial
Ursus maritimus
Distribuição geográfica

Distribuição do urso-polar
O urso-polar (Ursus maritimus), também conhecido como urso-branco, é um
mamífero membro da família dos Ursídeos, típico e nativo do Ártico e actualmente o maior carnívoro terrestre conhecido. Apesar de classificado entre os carnívoros, o urso é um animal omnívoro.
Fáceis de tratar, são um dos animais mais populares nos jardins
zoológicos. O rei Ptolomeu II do Egito (285-246 a.C.) tinha um exemplar em seu zoológico, em Alexandria. O primeiro zoológico americano, inaugurado na Filadélfia em 1859 tinha um urso-polar como uma de suas atrações.
Classificação
Phipps (1774) foi o primeiro a descrever este animal como sendo uma espécie distinta: Thalarctos maritimus (Phipps, 1774). Outros nomes genéricos foram depois propostos tais como Thalassarctos, Thalarctos e também Thalatarctos. Tendo como base factos relativos ao cruzamento de ursos-pardos com ursos-polares, em jardins zoológicos, foi estabelecido o nome Ursus (Thalarctos) maritimus para esta espécie. Mais tarde, devido a interpretações paleontológicas e evolutivas, foi proposto por Kurtén (1964), a integração de Phipps (1774), como a autoridade da espécie. Finalmente, o nome Ursus maritimus passou a ser utilizado até aos nossos dias, devido a promoção feita por Harrington (1966), Manning (1971) e Wilson (1976)
[1].
Acredita-se que os
procionídeos e os ursídeos se ramificaram há cerca de 30 milhões de anos. O urso-de-óculos formou um ramo a parte em torno de 13 milhões de anos atrás. As seis espécies atuais do gênero Ursus se originaram há estimados 6 milhões de anos. O urso-pardo e o urso-polar divergiram de um ancestral comum há cerca de 2 milhões de anos e o cruzamento entre as duas espécies gera descendentes férteis. A perda de dentes molares típicos do urso-pardo se deu há 10 ou 20 mil anos. O fato de gerar híbridos férteis pode levar à conclusão que o urso-polar é uma subespécie do urso-pardo.
A maioria dos cientistas não reconhece subespécies de urso-polar
[2]. O IUCN/SSC Polar Bear Specialist Group (PBSG) contabiliza 20 grupos populacionais, enquanto outros cientistas apontam os seis grupos abaixo:
Mar de Chukchi, Ilha de Wrangel Island e
Alaska ocidental.
Mar de Beaufort
Arquipélago Ártico Canadense
Groenlândia
Terra de Spitzbergen-Franz Josef
Sibéria
Algumas fontes citam estas duas subespécies:
Ursus maritimus maritimus
[3]
Ursus maritimus marinus
[3]

[editar] Aparência

O urso-polar está presente no brasão de armas da Gronelândia. Ele representa a fauna do país.
Os machos desta espécie têm cerca de 600
kg, mas podem atingir 800 kg e medem até 2,60 m. As fêmeas são em média bem menores, com 200 a 300 kg de massa e 2,10 m de comprimento. Ao nascer o filhote tem 0,6 a 0,7 kg. A camada de gordura subcutânea pode chegar a uma espessura de 15 cm.
Todo o seu corpo é adaptado para melhor desempenho na água e para o frio. Tanto as orelhas quantos os olhos são pequenos e arredondados. As patas dianteiras são largas para facilitar o nado e o mergulho e as patas posteriores têm 5
dedos. O crânio e o pescoço são alongados. Não há boça sobre os ombros. Todas essas adaptações proporcionam-lhes um maior hidrodinamismo que facilita a natação. A pele e o focinho são pretos. As solas dos pés têm papilas e vacúolos que auxiliam a caminhada sobre o gelo.
A pelagem dos ursos-polares é branca e cobre todo o corpo, inclusive a planta das patas, como isolamento do frio. É composta por uma densa camada de subpelo (cerca de 5 cm de comprimento) e uma camada de pêlos externos (15 cm). O fio individual é esbranquiçado e oco, mas não apresenta propriedades de
fibra óptica, como afirma uma lenda urbana. No verão a pelagem se torna amarelada, talvez devido à oxidação produzida pelo sol. Ao contrário dos demais mamíferos árticos, os ursos-polares não sofrem processo de muda sazonal. Os pêlos nas solas das patas são duros e proporcionam excelente isolamento térmico e tração sobre a neve. O isolamento térmico proporcionado pela pelagem geral é tão eficiente que torna o animal praticamente invisível a detectores infravermelhos. Acima de 10°C, contudo, isto pode levar ao sobre-aquecimento do animal. Outra característica de sua pelagem é não refletir a luz ultravioleta.
Alguns animais cativos, expostos a climas quentes e úmidos, desenvolvem uma cor verde graças a
algas que crescem em seus pêlos ocos. Tais algas não são nocivas ao animal e são eliminadas com banhos de água oxigenada ou sal.
Fonte: Wikipédia

sábado, 6 de outubro de 2007

Aproveite o fim de semana e passeie pelas serras de portugal.


Os dois aviões Beriev 200 que participaram no combate a incêndios florestais, este ano, em Portugal, regressaram esta sexta-feira à sua base no aeródromo de Taganrog, na Rússia.
Segundo o porta-voz do Ministério russo para as Situações de Emergência, Victor Betlsov, “o trabalho eficaz e profissional dos pilotos russos mereceu alta avaliação das autoridades russas”.O porta-voz informou que “depois de 29 de Julho, dois aviões anfíbios multifuncionais Beriev 200 realizaram 47 voos de combate a incêndios”, especificando que “ao todo, os aparelhos lançaram para as chamas 1.900 toneladas de água e sobrevoaram o céu de Portugal quase durante 110 horas”.
Fonte: Correio da Manhã
Parada há dois anos, a conclusão do troço Corroios-Amora (Seixal), da variante à EN10, continua à espera de solução. Depois do abate ilegal de 1200 sobreiros em 2005, foi aberto um processo que decretou a interdição da construção na zona nos próximos 25 anos.
“Absolvidos os arguidos do processo, a autarquia do Seixal recorreu da decisão, aguardando-se agora resposta dos ministérios do Ambiente e da Agricultura”, explicou ao MS Jorge Silva, vereador do Urbanismo. Dos ministérios não foi possível obter resposta até ao fecho desta edição.
A construção deste troço da variante que viria descongestionar a EN10 iniciou-se em 2005, enquanto contrapartida ao abrigo de um acordo entre a autarquia do Seixal e a Carrefour Portugal, que pretendia instalar um hipermercado na Quinta da Princesa (Amora). No entanto, em Abril de 2005 foi detectado o abate ilegal de cerca de 1200 sobreiros pela Direcção-Geral dos Recursos Florestais.
O vereador socialista, José Assis, questiona no entanto “com que dinheiro se pagarão as infra-estruturas que faltam para concluir a alternativa, uma vez que a mesma era uma contrapartida à instalação do hipermercado na zona, o que poderá já não se vir a verificar”.
Entretanto, desconhece-se ainda se a compra da Carrefour pela Sonae poderá trazer novidades ou alterações ao projecto, até porque no Seixal já existe um hiper da marca Continente. “Se a Sonae comprar a Carrefour, compra também os seus compromissos”, acredita Jorge Silva.
O MS contactou a Sonae, que diz não fazer quaisquer comentários quanto a este assunto. Acresce ainda que na altura a Carrefour avançou com 10 milhões de euros para o desnivelamento da EN10 na rotunda da Cruz de Pau (já concluído) e para a construção da variante à EN10 entre a rotunda da Quinta do Rouxinol (Corroios) e o nó da Quinta da Princesa. “Ora, a Carrefour já avançou com dez milhões e não teve nada em troca. Se não se puder construir ali um hipermercado, que outra forma de compensação terá a Carrefour ou, num novo quadro, a Soane?”, interroga José Assis.
UTILIDADE PÚBLICANo início do ano, a Câmara do Seixal (CDU) declarou imprescindível utilidade pública para a conclusão do troço Corroios-Amora da variante à EN10. Uma medida considerada necessária também para o efeito de pedido de abate de mais 18 sobreiros, além dos 61 que não necessitam de declaração de utilidade pública, uma vez que possuem parecer favorável da Circunscrição Florestal do Sul. O pedido ainda está a ser analisado.
Segundo Jorge Silva, em negociações está também “a expropriação de uma parcela de terreno que se encontra no traçado da via”. A alternativa deveria ter sido concluída em Março de 2006, mas para já desconhece-se ainda quando será retomada. “Este é um processo com legitimidade e previsto no PDM e, se acharmos que se está a prolongar por muito tempo, vamos insistir junto da Administração Interna”, conclui o vereador.
Fonte: Jornal Margem Sul
La Paz, 5 out (EFE).- O Governo da Bolívia deverá decretar "estado de emergência nacional" por causa dos incêndios que atingem várias regiões do país há alguns dias e que já provocaram a evacuação de 500 de famílias e o aumento dos casos de pessoas com problemas respiratórios.O ministro da Defesa, Wálker San Miguel, disse que o Conselho Nacional para a Redução de Riscos e Atendimento a Desastres e Emergências, integrado por vários colegas e por governadores regionais, recomendou ao presidente Evo Morales que tome essa decisão o mais rápido possível.Segundo San Miguel, ao decretar "estado de emergência nacional", o Governo poderá ajudar de forma mais direta e imediata os desabrigados pelos incêndios que castigam regiões do leste e do sul do país, informou a "Agência Boliviana de Informação" (ABI).O Governo também informou que o nível de fumaça diminuiu em várias cidades e que, no momento, 20 dos 37 aeroportos do país, a maioria secundários, já estão operando normalmente.Os incêndios foram provocados pela queima de áreas florestais, uma prática antiga dos camponeses e indígenas bolivianos nesta época do ano, quando eles querem aumentar sua área de cultivo, em vez de investir em formas de aumentar a produtividade de suas terras.Ontem, San Miguel admitiu em entrevista coletiva que a Bolívia "não está preparada para enfrentar os incêndios e apagá-los", e que o Exército se limita a "abrir fundações" para evitar a expansão do fogo. EFE mz sc
Fonte: Ultimo segundo

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Não pense só em si e nos momentos unicos da sua geração, pense que também têm de haver outras gerações.

A Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF) inaugurou ontem um novo circuito pedestre da Mata Nacional do Urso, em Pombal, que constitui um projecto pioneiro no relacionamento com as autarquias locais, que passarão a gerir o espaço.
Para Francisco Castro Rego, responsável pela DGRF, o projecto da Mata do Urso constitui "um exemplo pioneiro" da colaboração que "tem de ser encontrada com os parceiros locais", até porque a vocação do Estado não é a promoção do turismo de uma forma directa.
A obra foi feita pela DGRF num espaço classificado, mas a dinamização e a gestão do projecto de turismo ambiental Ecomatur caberá aos serviços da autarquia.
Além da construção de equipamentos, Francisco Castro Rego aposta também na "educação ambiental", porque só assim será possível "garantir a sustentabilidade" destes novos locais de turismo da natureza.
O percurso na zona envolvente à lagoa de São José, na freguesia de Carriço, inclui passadiços e várias infra-estruturas que contrariam o avançado estado de assoreamento daquele espelho de água, que se encontra sobre um dos mais importantes aquíferos do país.
Numa primeira fase de intervenção, foram removidas as espécies vegetais infestantes e foram plantadas espécies autóctones, tendo sido definidos trilhos e instalados cartazes de educação ambiental.
Para a segunda fase deste projecto está prevista a construção de unidades complementares de alojamento sobre estacas, de modo a preservar o coberto vegetal existente.
O presidente da Câmara de Pombal, Narciso Mota, sublinhou o empenho da autarquia em dar um novo dinamismo ao turismo nas matas nacionais, que podem complementar o investimento feito na praia do Osso da Baleia.
Até agora, a gestão das matas cabia apenas ao Estado, mas Narciso Mota considera que as "parcerias são essenciais", de modo a que os habitantes da zona "não se sintam postos à parte".
Com a construção de equipamentos turísticos, será possível "trazer mais gente", mas também "educar os mais novos" para o "respeito do ambiente, acrescentou o autarca.
Por seu turno, Miguel Sousinha, presidente da Região de Turismo de Leiria/Fátima, considerou que este tipo de projecto é "muito importante" para "complementar a oferta existente", permitindo "outro tipo de aproveitamento económico" das matas nacionais.
"Existe mercado", mas "faltam condições para os turistas", considerou este dirigente, que se mostra confiante no sucesso do projecto após a construção do alojamento.
Fonte: Agro Noticias